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Idosos estão mais cultos, saudáveis e ativos:  02.10.12 · Notícias  Os idosos portugueses estão mais cultos, saudáveis e ativos e nos últimos 12 anos quase duplicou o número dos  que afirmam saber ler, indica um estudo da Rede de Universidades da Terceira Idade. Luís Jacob, presidente da RUTIS - Associação Rede de Universidades da Terceira Idade e professor de  gerontologia, realizou uma análise sobre os idosos enquanto consumidores de cultura e lazer, tendo observado  "alterações significativas" nos últimos anos. "Temos hoje em dia idosos mais ativos e intervenientes e que procuram crescentemente atividades de lazer e  culturais, fruto do seu maior grau de escolarização, de serem autónomos [durante] mais tempo e das portas que o mundo lhes abre, seja presencialmente, seja via internet", sublinha o especialista no estudo, a que a Lusa teve acesso. Em 2000, apenas 13 por cento (%) dos idosos afirmavam ler regulamente, número que cresceu para 22% em  2010. No mesmo período, aumentou de 11 para 31 a percentagem dos que fazem férias uma vez por ano. "Olhando para o consumidor mais velho notamos várias diferenças entre a situação atual (2012) e [a de] há vinte anos  (1990)", diz Luís Jacob, acrescentando: "Além de um número maior de idosos, estes são mais ricos, mais cultos, mais  saudáveis e mais interessados". Estas mudanças devem-se à "evolução positiva das condições de vida" ocorridas nos últimos anos em Portugal,  salienta. Em 1990 existiam cerca de 1,3 milhões de idosos, número que subiu para dois milhões em 2010, representando,  respetivamente, 13,6% e 19,1% da população. A grande maioria (74%) era iletrada em 1990. Atualmente esse valor não ultrapassa os 33%. Por outro lado, aumentou o número de licenciados, passando de 0,02% para 0,04%. Nesse período, a média das pensões de velhice e invalidez passou de 84,8 euros para 246,4 euros, enquanto a  média das pensões de sobrevivência passou de 50,9 euros para 147,8 euros. Também tem vindo a crescer o número dos que praticam desporto, uma situação para a qual contribuiu a criação  de programas desportivos pelas autarquias. Segundo o barómetro sénior, 63% dos idosos preocupam-se com a sua imagem e utilizam regularmente produtos  de beleza, um número que em 1990 era "muito mais baixo".  São também cada vez mais os que utilizam a Internet (cinco por cento em 2001 e 32% em 2010).  A televisão, a rádio e a "ida ao café" são as principais atividades de lazer. Contudo, há cada vez mais idosos a  lerem livros, a irem a espetáculos culturais, a viajarem, a estudarem ou a produzirem cultura. Para responder aos novos gostos dos mais velhos, os fornecedores apostaram em novos serviços, nomeadamente na área do turismo e no sector dos serviços pessoais e de saúde (lares, apoio domiciliário e clínicas). Já os cinemas, teatros, museus e transportes promovem descontos para os idosos. De acordo com o estudo, houve também um enorme aumento das universidades seniores, que passaram de 15,  em 2001, para 190, em 2012. "O Envelhecimento: Encargo ou oportunidade económica?" vai estar em debate na quinta-feira, em Lisboa, no  âmbito do ciclo de conferências Montepio/Diário Económico.  Fonte: TSF
Misericórdias aplaudem aumento de vagas nos lares de idosos:  03.10.12 · Notícias  As Misericórdias e as Instituições Particulares de Solidariedade Social dão luz verde aos planos do Ministério da  Solidariedade Social para aumentar em 10 mil as vagas nos lares de idosos. Em declarações à TSF, o Padre Lino Maia, da Confederação de Instituições de Solidariedade Social, diz que o  aumento de vagas é positivo e não acredita que a qualidade dos serviços baixe. «É um alargamento da capacidade, mas não é diminuição da qualidade. Há regras que têm que ser cumpridas. O  estudo foi feito com muita ponderação e portanto dar mais uma vaga num quarto não significa que um quarto que só  tinha capacidade para duas pessoas agora tem que levar três. Nada disso. Será estudado caso a caso», afirma. O aplauso das Instituições de Solidariedade Social é partilhado pelo presidente da União das Misericórdias.  Manuel Lemos refere uma maior flexibilização, mas não uma diminuição da qualidade. Quanto ao número de vagas é  preciso dar um passo de cada vez, defende. Fonte: TSF
Taxa de mortalidade desceu na última semana: 05.09.12 · Notícias  Apesar da descida, na última semana, do número de mortes, a taxa de mortalidade continua pela quinta semana  acima do que é habitual nesta altura do ano. Os idosos com mais de 75 anos são os mais afetados. A taxa de incidência de gripe nos idosos contínua muito elevada, mas foi na última semana ultrapassada pela  verifica nas crianças com menos de quatro anos. Fonte: TSF
Governo prevê criar 10 mil novas vagas em lares de idosos:  06.09.12 · Notícias  Os idosos portugueses estão mais cultos, saudáveis e ativos e nos últimos 12 anos quase duplicou o número dos  que afirmam saber ler, indica um estudo da Rede de Universidades da Terceira Idade. Luís Jacob, presidente da RUTIS - Associação Rede de Universidades da Terceira Idade e professor de  gerontologia, realizou uma análise sobre os idosos enquanto consumidores de cultura e lazer, tendo observado  "alterações significativas" nos últimos anos. "Temos hoje em dia idosos mais ativos e intervenientes e que procuram crescentemente atividades de lazer e  culturais, fruto do seu maior grau de escolarização, de serem autónomos [durante] mais tempo e das portas que o mundo lhes abre, seja presencialmente, seja via internet", sublinha o especialista no estudo, a que a Lusa teve acesso. Em 2000, apenas 13 por cento (%) dos idosos afirmavam ler regulamente, número que cresceu para 22% em  2010. No mesmo período, aumentou de 11 para 31 a percentagem dos que fazem férias uma vez por ano. "Olhando para o consumidor mais velho notamos várias diferenças entre a situação atual (2012) e [a de] há vinte anos  (1990)", diz Luís Jacob, acrescentando: "Além de um número maior de idosos, estes são mais ricos, mais cultos, mais  saudáveis e mais interessados". Estas mudanças devem-se à "evolução positiva das condições de vida" ocorridas nos últimos anos em Portugal,  salienta. Em 1990 existiam cerca de 1,3 milhões de idosos, número que subiu para dois milhões em 2010, representando,  respetivamente, 13,6% e 19,1% da população. A grande maioria (74%) era iletrada em 1990. Atualmente esse valor não ultrapassa os 33%. Por outro lado, aumentou o número de licenciados, passando de 0,02% para 0,04%. Nesse período, a média das pensões de velhice e invalidez passou de 84,8 euros para 246,4 euros, enquanto a  média das pensões de sobrevivência passou de 50,9 euros para 147,8 euros. Também tem vindo a crescer o número dos que praticam desporto, uma situação para a qual contribuiu a criação  de programas desportivos pelas autarquias. Segundo o barómetro sénior, 63% dos idosos preocupam-se com a sua imagem e utilizam regularmente produtos  de beleza, um número que em 1990 era "muito mais baixo".  São também cada vez mais os que utilizam a Internet (cinco por cento em 2001 e 32% em 2010).  A televisão, a rádio e a "ida ao café" são as principais atividades de lazer. Contudo, há cada vez mais idosos a  lerem livros, a irem a espetáculos culturais, a viajarem, a estudarem ou a produzirem cultura. Para responder aos novos gostos dos mais velhos, os fornecedores apostaram em novos serviços, nomeadamente na área do turismo e no sector dos serviços pessoais e de saúde (lares, apoio domiciliário e clínicas). Já os cinemas, teatros, museus e transportes promovem descontos para os idosos. De acordo com o estudo, houve também um enorme aumento das universidades seniores, que passaram de 15,  em 2001, para 190, em 2012. "O Envelhecimento: Encargo ou oportunidade económica?" vai estar em debate na quinta-feira, em Lisboa, no  âmbito do ciclo de conferências Montepio/Diário Económico.  Fonte: TSF
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